Introdução
Há muitos anos atrás, final dos anos 90, quando era sócio da Deloitte, a Firma presenteou todos os sócios com um exemplar do livro “ Quem Mexeu No Meu Queijo” escrito em 1998, pelo psicólogo Spencer Johnson.
Depois de ler o livro entendi por que a Deloitte recomendou aos seus sócios a leitura do livro “Quem Mexeu no Meu Queijo?”
O livro aborda questões relacionadas à mudança, adaptação, resiliência e liderança, que são aspectos importantes na gestão de uma empresa.
Trata-se de uma parábola que se mantém atual e que retrata a vida, suas mudanças e os objetivos que as pessoas buscam. A moral da história e que não importa quando, sempre vão em algum momento mexer no seu queijo. O queijo é uma metáfora daquilo que se deseja na vida, seja profissional, ou na vida pessoal, são metas e objetivos traçados por nós.
Além disso, a história simples e didática contada no livro pode ajudar os gestores a refletir sobre suas próprias atitudes e comportamentos diante de situações de mudança, incentivando-os a desenvolver uma mentalidade mais aberta e proativa.
A mudança sempre acontecerá, por mais confortável que seja nas situações que ela faz parte do processo e em algum momento você irá depara-se com ela e devemos estar sempre prontos para nos adaptar a elas.
LIBERDADE ECONOMICA E INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS TRAZIDAS PELAS STARTUPS
O aumento da liberdade econômica e as inovações tecnológicas, serviços ou produtos nos dias atuais, trazidos pelas startups, estão causando de maneira acelerada, grandes rupturas aos padrões estabelecidos e, aos modelos de negócios até então dominantes, e o surgimento de novos mercados
A tecnologia está avançando rapidamente e o “ queijo “ da oportunidade de mercado está se movendo para áreas como a inteligência artificial, machine machine learning e automação.
Os gestores atuais devem estar abertos e receptivos às inovações tecnológicas, serviços e produtos trazidos pela liberdade econômica e pelas startups. Eles devem buscar entender e acompanhar as mudanças e tendências do mercado, estar dispostos a se adaptar e experimentar novas formas de fazer negócios.
Além disso, os gestores devem incentivar a criatividade e o empreendedorismo dentro de suas equipes, promovendo um ambiente de trabalho que favoreça a inovação e o desenvolvimento de novas ideias. Eles também devem estar dispostos a investir e colaborar com startups e empresas inovadoras, buscando parcerias que possam trazer benefícios mútuos.
Em resumo, a postura dos gestores em face das inovações tecnológicas e das startups deve ser de abertura, flexibilidade e pro atividade, buscando sempre estar à frente das mudanças e aproveitar as oportunidades que surgem no mercado.
